» octogésimo segundo


Caderneta de Cromos, de Nuno Markl

«(…) eu quero acreditar que as nossas mães nos faziam usar essas calças para nos prepararem para a vida. Não para nos prepararem unicamente para usar calças de fazenda que picam – esse suplício estava limitado à nossa infância – mas, de uma forma quase metafórica e poética, para nos prepararem para o facto de a vida conter algum sofrimento e não ser um mar de rosas. Era isso que as calças de fazenda estavam ali a representar (…)»


imagem [aqui]

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5 responses to “» octogésimo segundo

  1. Sim… a vida não é feita de sedas e algodão macio…… de vez em quando algumas fazendas são bem rústicas e machucam bem mais que a pele.
    Abraços e Gracias pela visita ao PP.

  2. Sim, já meia Lisboa sabe dos teus gostos pelo livre e inigualável badalar da tomateira…

    Mudando de assunto, não sei que ler a seguir.
    “Os Filhos da Droga”?

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