» centésimo oitavo

– O rabo não é mata borrão! – dizia Arnaldo, todo cheio de si.
– Como assim? – perguntou o outro.
– É que eu sou daqueles homens que mija sentado…


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9 responses to “» centésimo oitavo

  1. Ai rapaz, eu bem tento chegar lá mas as tuas divagações estão cada vez mais imperceptíveis!
    Não tens aí ninguém que te tire a febre…à moda antiga?

  2. [um dia irás agradecer-me por isso]

    Balada de Neve
    – Augusto Gil

    Batem leve, levemente,
    como quem chama por mim.
    Será chuva? Será gente?
    Gente não é, certamente
    e a chuva não bate assim.

    É talvez a ventania:
    mas há pouco, há poucochinho,
    nem uma agulha bulia
    na quieta melancolia
    dos pinheiros do caminho…

    Quem bate, assim, levemente,
    com tão estranha leveza,
    que mal se ouve, mal se sente?
    Não é chuva, nem é gente,
    nem é vento com certeza.
    […]

  3. Ao mesmo tempo que lia, coçava o saco.
    No final, a coceira havia passado!
    Agradeço-te já hoje bro, não seja por isso.
    Muito obrigado!

    (nunca pensei ver-me alvo de uma chantagem, por tão pouco)

    E espero que cumpras a tua parte…

  4. não sejas calunioso.
    eu não te fiz chantagem nenhuma, que eu sou uma pessoa que é pela paz e pelo amor.

    até ofereço poemas, assim de bandeja.
    e inspiro curas para a comichão de zonas estranhas.

    e sei desenhar cada vez melhor.
    you just wait till you see me on the news.

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