» centésimo sexagésimo quinto

Não tive escolha.
Depois de um fim-semana em que pouco falámos e de algumas discussões ao telefone, enchi-me de coragem e passei lá por casa para por um ponto final na relação que ele afirmava já ter terminado há muito tempo. Sentei-me à sua frente e com os olhos carregados de lágrimas, e a voz visivelmente alterada, dei por terminado aquilo que ainda restava. Ele assim o quis.
Acusou-me depois de ser um “drama queen” quando lhe disse não querer manter uma amizade. Tê-lo em contacto comigo faria doer ainda mais, eu conheço-me.
Dois dias depois, e sem noticias até então, escreveu no seu blog pessoal:

“Esta dor é tão doída que me fez furar um mamilo em tua homenagem. É tão doída esta dor, que me faz enviar músicas do Chico para você no meio da noite. É tão doída esta dor que me fez declamar palavras fúteis à espera do teu “não” institucional. Esta dor é tão doída.”

Há pouco mandou-me um SMS onde se podia ler:

“Sei que você me pediu para não comunicar. Mas está muito dificil. Eu sou confuso, mas sou muito sensível.”

He’s driving me crazy…

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