» sexagésimo terceiro

A ideia é inovadora.
Um museu cuja origem teve por base o término da relação amorosa dos fundadores. A ideia surgiu após a separação.
No Museu das Relações Terminadas todos os objectos são reais e contam histórias de inúmeras relações que chegaram ao fim.
Está localizado em Zagreb, na Croácia.


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» sexagésimo segundo

Falavam sobre o video oficial da música cocoon, da bjork.
A palavra “cocoon”, que em português quer dizer casulo, iniciou a troca…

– pra ficar…dentro!
– entorpecido… dentro!
– até faltar ou sobrar…espaço!
– ou ar…dentro! Tinha que respirar, lembra?
– e se enchesse de água…e existissem mutações? Guelras, sim é isso!
– E se a mutação matasse?
– e se morrer fosse o antídoto?
– e se nao existisse a morte?
…lírios pretos girando totalmente maduros
– os velórios seriam festa, em vez!
…e pétalas de camélia iriam cair como se de lágrimas de felicidade se tratassem!
– Dor e tristeza seriam outras coisas, outros gestos…
Ervilhas, talvez…
– ‎autênticas pérolas, cada uma à sua maneira! Meticulosamente redondas.
Nem mais, nem menos…somente!
– só mentes!
– e gosto!
– Gosto Efêmero.. Gosto e desgosto!

(aí entra um terceiro na conversa e corta o raciocinio)
– Essa musica é incriiiiiiiiivel!!!
– Amém!

E as cortinas descem com o tema Frosti, também da Bjork (do mesmo albúm, Vespertine)


» sexagésimo primeiro


Dívida de Portugal

Aquele que quiser perceber um pouco melhor esta dívida actual, tem aqui uma excelente oportunidade.
Quem deve, quanto deve e a quem deve? Neste estudo, apresentado pela BBC News, não há como ficar com dúvidas.

E não é possível não reparar nas dívidas colossais dos EUA e do Reino Unido…


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» sexagésimo


Torradeira cria imagem de Jesus Cristo

Enviei, via e-mail, a noticia que aqui publico. Não demorou muito até surgir uma primeira (e única) reacção:
– Piroso! É um negócio?
– Completamente. Imagina queimar as torradas com imagens sexuais!!! Aí sim é que seria um belo de um negócio!
– Aí é que seria de lamber a manteiga!


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» quinquagésimo nono

Pouco passava das 10H00 e já estava no centro comercial. O motivo: trocar as botas compradas há uma semana atrás (usadas apenas 2 vezes e já com defeito naquela que calça o pé direito).
Entro na loja com as botas arrumadas dentro da caixa, por sua vez dentro do saco original. Na mão o talão de compra intacto e em muito bom estado. Ninguém a não ser eu e a funcionária.
Conversa vai, conversa vem, e a sujeita (com bonitos olhos verdes) não me quer trocar as botas por umas novas.
– Já estão usadas – acrescenta – vamos ter que as mandar para a marca para ver se têm arranjo e só se não tiverem é que lhe damos umas novas. Vai demorar, pelo menos, 2 semanas…
Bufei, não valia a pena o bate boca.
– Onde é que eu posso demonstrar a minha insatisfação? – que é como quem diz “dá-me cá o livro de reclamações que eu ainda não vi nenhum nas minhas mãos e estou mortinho para registar a minha 1ª”.
A funcionária, tenrinha, tremeu. Fez-me enganar no preenchimento da reclamação e balbuciava palavras de vez em quando.
– A minha gerente está quase a chegar…
Perguntei se fazia alguma diferença no facto de tratar da situação com a gerente mas a resposta não foi positiva. Parecia não haver maneira de eu levar umas botas novas comigo. Se assim era, a reclamação ficava feita. Pergunto o nome da funcionária. Responde-me apenas “Célia”.
– Porra, nem o nome completo és capaz de me dar – pensei.
Acabou por me dar também o sobrenome, depois de lho pedir. A rapariga nem o talão de compra me confirmou (disse-lho depois da reclamação já registada e de ter a copia guardada no meu bolso).
Saí da loja sem o que queria, já quase que conformado com o tempo que ainda ía ficar sem as botas.

Meia hora depois liga-me a gerente.
– Esta situação podia ter sido facilmente resolvida. A minha funcionária não podia efectivamente fazer nada mas se tivesse esperado por mim como ela lhe disse, eu teria resolvido a situação!
– Olha-me esta cabra! – pensei – então mas eu perguntei-lhe se havia alguma diferença entre tratar da questão com ela ou esperar por si. Ela respondeu-me que não. E se ela tinha dúvidas, porque é que não lhe ligou?
A tipa continua…
– E porque é que não lhe pediu para me ligar?
Bem, vejam só o gabarito da tipa!
– Ouça lá uma coisa, eu perguntei à sua funcionária, ela não me soube responder, logo não sou eu que vou ensinar o trabalho dela…
A conversa prolonga-se mais do que necessário mas chega ao ponto que eu quero.
– Pode vir buscar umas botas novas. Aconselho é a mudar de artigo porque não garantimos que não volte a ter defeito.
– Mas eu quero as mesmas botas.
– Mas olhe que…blá blá blá… – deixei de a ouvir.
– Eu quero as mesmas! Passo aí a partir das 20H00.

Ficou acordado.

Há noite passo por lá, atende-me um rapaz (e só por isso, pensei que fosse correr melhor) e … adivinhem?
Não havia botas para levantar porque eles não tinham o meu número!!!

Não, não voltei a reclamar, mas por uma unha negra.
Agora tenho de esperar até á próxima terça-feira.
Dizia-me o funcionário:
– Mas olhe que ela (a gerente) só tentou ajudar!
Fará se não o tivesse feito!!!
– Isto está a correr muito mal! – acrescentei, em jeito de ponto final.

» quinquagésimo oitavo

Disseram:

“You remind me a porn-star, a great porn-star…Wilfried Knight!”

Elogio?
Parece que sim.
Saltar para a cueca?
Oh, que parvoíce! E eu cá não sei distinguir uma coisa dessas, querem ver!
Semelhanças comigo?
Os pelos dos braços. Até à zona do cotovelo, abundam. Daí para cima, diminuem drasticamente…


mais informação do actor porno [aqui]

» quinquagésimo sétimo

Fragmentos vários. Separados.
Quisera ele, uma hora, reagrupá-los a todos.
Inventor de uma qualquer formula química ainda por descobrir. Patenteá-la.
As resinas que unem “Carochas” a placares publicitários não são suficientemente resistentes.
Quando olhava o céu estrelado, imaginava que substância seria aquela que não deixava cair as estrelas. Era uma dessas que pretendia.
Na sua cabeça, assim fosse e tudo seria como saltar sobre nenúfares. Mais fácil.

E errar é humano.