» septuagésimo segundo


Justine ou Os Infortúnios da Virtude, de Marquês de Sade

– Já acabou de comer? Posso levar o prato?
– Sim, pode.
– E a seguir, vai querer sobremesa ou trago-lhe já um de Marquês de Sade?
– Traga-me só um Marquês de Sade, curto! E não se esqueça do pau de canela.
– Sim senhor.
– Obrigado.


imagem [aqui]

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» septuagésimo primeiro

Este senhor existe na realidade…

Gestora – Houve uma restruturação, blá blá, e passei a acompanhar clientes da Madeira.
Cliente – Mas eu não sou da Madeira!
Gestora – Não é da Madeira? Então o seu balcão não é no Campanário?
Cliente – Sim mas eu não sou de madeira, sou de carne e osso.

» septuagésimo


Me Emoldurei De Presente Para Te Ter, da Banda Uó

O tema O Gosto Amargo do Perfume pode ser ouvido [aqui].
É fundamental ouvirem o trecho compreendido entre os minutos 1:48 e 2:10.

O Eletrobrega chegou para me arrasar!


imagem [aqui]

» sexagésimo nono

(ainda sobre o post anterior, o sexagésimo oitavo)

– Compreendo (…) o que me explicas acerca do post e acredito que, ao encontrar-me na tua situação, muito provavelmente estaria a chorar baba e ranho todos os dias, pelos cantos, amaldiçoando tudo e todos. Ainda bem que é um gajinho pacífico [até prova irrefutável do contrário]… No teu lugar, talvez eu já tivesse iniciado por conta própria uma “cultura” de ogres e outras criaturas “simpáticas” para irem ao cu dos cabrões.


Bro, as tuas palavras em jeito de palmadinha nas costas geraram em mim uma série de fantásticas emoções.
Creio até, se a minha percepção conseguiu absorver todas as sensações a que me vi sujeito, ter soltado uma ou duas gargalhadas…